Terça-feira, 7 de Abril de 2015

xeque-mate

As relações são como jogos de xadrez distintos. Como todos, o único objectivo é ganhar. Numa primeira análise talvez interpretasse o xeque-mate como o fim da relação. Numa segunda, interpreto como um "ganhei o teu coração". E é nessa perspectiva que continuas a jogar. A pessoa ganha o teu coração e tu ganhas o dela. Continuamente, até que ambos queiram jogar. O que muitas vezes acontece é que começamos um novo jogo. Convenhamos, é inevitável. Vives nessa constante de jogo. No entanto, para jogarmos um precisamos de pensar estritamente nesse. Porquê? Porque são jogos diferentes com estratégias diferentes. Mas o lado bonito - quando o há - é que nunca paras. Moves a peça de um dos tabuleiros e, enquanto esperas que a outra pessoa jogue, concentras-te em outro jogo. E, por muito que, eventualmente, lhes dediques períodos de tempo desiguais, não te consegues limitar em permanecer em um só jogo. Oh, e se eu conseguisse arranjar só uma razão para essa incapacidade de limitação, eu seria idiota. As relações são como jogos de xadrez distintos.

 

[uma rajada de vento inesperada]


ana gonçalves às 14:20
# | comentar | favorito

"For what it’s worth: it’s never too late or, in my case, too early to be whoever you want to be. There’s no time limit, stop whenever you want. You can change or stay the same, there are no rules to this thing. We can make the best or the worst of it. I hope you make the best of it."

 

peculiaridades, seguir

 

 

recentemente

xeque-mate

[imóvel]

wook | dia das compras na...

das páginas

das duas décadas

das leituras

dos arquivos

Abril 2015

Outubro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

arquivado recentemente

todas as tags